2° Capitulo - Levando Rola Novamente

Conto de Danyel como (Seguir)

Parte da série Sequestro do Prazer

O dia amanhece e Rodrigo estava ao chão, estava amarrado e pelado, continuava a feder sexo, pois não havia tomado banho, seu rosto estava preguento de porra e seu rabo deveria estar ardido de tanto ser estourando na noite anterior.

Ele foi levado ao chuveiro, desamarrado e ordenado para tomar banho e informado que estava sendo vigiado e se aprontar estaria morto.

Ele diante do chuveiro e de portas abertas o negão que acabava de levantar estava somente cuidando e observando a reação dele, porem ao ver aquele pobre homem indefeso, totalmente pelado e com o rabinho todo fudido e gostoso lhe dava excitação

Estava aquele negro de corpo forte totalmente de rola dura, sozinho somente ele e o pastorzinho, pois o motorista havia saído para fechar a negociação.

Aquele negro neste momento não pensa duas vezes, com a arma na mão adentra ao banheiro, bete na bunda do filhinho de papai e manda-o ajoelhar e abrir seu calção, com medo ele logo obedece e fica novamente diante daquela cobra preta e dura, sem a necessidade de mandar ele logo abocanha tudinho e começa, a saber, como mamar gostoso.

O negão estava morrendo de excitação ao sentir aquela boca mamar com jeitinho, com vontade, totalmente abaixado sentia o cano do revolver bater em suas costas e obedecia com muita eficiência, sentia o gosto do prazer, mamava aquela pica grossa e somente ouvia o gemer daquele preto gostoso.

Neste instante Rodrigo parecia estar gostando do momento, pois sentia que seu rabinho piscava de vontade de ser atolado novamente, mas o inesperado acontece, ele é puxado pelo cabelo e fica de pé de frente para o corpo másculo daquele homem que lhe afugentava, ele se deixa levar e ambos se beijam, o prazer estava além.

Sentia a língua daquele mostro adentrar em sua boca, ele se deixava seduzir e tocava nos braços fortes, sentia a pele negra daquele que lhe havia arrombado na noite anterior, sentia a arma bater vagarosamente em seu bunda e o beijar caliente do sexo.

O sequestro estava frustrado pelo prazer, pois aquele jovem rico, aquele pastor que antes achava que todos os viados deveriam arder no inferno descobria que o sexo e o prazer falavam mais alto, porem não deixava de sentir medo, mas se deixava esquecer pelo beijo e o momento.

Estavam eles, Rodrigo e seu negão, ouvindo o cair das águas dentro do banheiro, estava ele, totalmente obediente ao seu sequestrador.

Neste instante onde estavam totalmente pelados Rodrigo era mandado a ficar de quatro segurando no vaso, ele obedece e é mamado pelo rabinho, a língua daquele negro começava a abrir o rego estuprado dele, os dedos e a saliva abria passagem para o desejo mutuo, ele Rodrigo gemia de dor e prazer, estava se acostumando com o delírio do sexo a dois.

Sentia as dedadas forte em seu rabo, sentia um, dois, três e até quatro dedos entrar em seu rabo quente e gostoso... Sentia a língua se desabrochar, sentia o caldo quente da saliva adentrar em suas entranhas e estava totalmente pronto para ser enrabado novamente.

Porem aquele negão estava deixando o sexo o dominar ele logo pegou o cano preto da arma que estava ao seu lado, e começou a cutucar a entrada do rabinho de Rodrigo, ele abria passagem com muito cuspe, nosso pastor estava com muita dor e pedia para ele parar, mas ele não obedecia e continuava a querer enfiar o cano quente dentro do rego aberto de seu macho.

Aquela arma estava toda lambuzada e já adentrava com muito carinho... Ele gemia, urrava e gritava de dor e prazer, enquanto sentia o vai e vem do cano preto de uma arma lhe fuder..

O sexo ardido de um cano preto se misturava as chupadas da língua de seu negão, ele tirava e colocava aquela arma de dentro no cu de Rodrigo, e aos intervalos ele mamava gostoso o rabo dele, dava dedadas frenéticas e ameaça a colocar a sua mão dentro dele.

Neste momento estavam quatro dedos dentro do rego super aberto e fudido, estava todo diante de uma foda inesperada, diante de um sequestro do prazer, diante de um negro que lhe enfiava ate os dedos, ate as mãos no seu rabo quente.

Mais o tempo passa e o ouvir das águas se transforma em sexo e desejo, pois neste instante o pau grosso do negão estava atolado dentro do rabo do nosso pastor, ele gemia e chorava de tanto sentir, ele estava totalmente de quatro, de joelhos no chão e as suas duas mãos no vaso sentindo aquela coisa preta de carne o osso lhe arrombar, ele gritava, e sentia o corpo de negão lhe fazer um viadinho.

Aquela pica grossa estava prestes a derramar todo leitinho que ele queria, ambos muito suados diante do chuveiro sentia a mistura de suor e água e se alimentava do desejo carnal.

Com a pica cravada no seu cu Rodrigo sentia a porra lhe preencher e lhe fazer arrepiar, sentia a mão preta lhe segurar e lhe virar para trás sentindo uma boca de macho lhe beijar.

Eles estavam satisfeitos com o momento, aquele negão retorna ao seu posto, limpa a arma e aproveita para tomar e dar banho em seu sequestrado, sempre com muito carinho e beijo, com as águas caindo no corpo de ambos eles se lavam, se limpam e se fazer de satisfeito com o prazer sentido.

Logo o motorista chega e Rodrigo ira retornar para sua casa, o resgate estava pago, era 30 mil reais pego pela família rica do pastorzinho metido a besta que se tornara viadinho.

Pela noite o resgate era contado e a mercadoria seria devolvida, ele vendado voltava às origens, era deixado em uma rua abandonada e ameaçado pelo negão se fizer retrato falado do rosto dele estaria morto, porem é indagado pelo motorista que sempre se manteve de rosto de rosto coberto.

Ele explica que não conseguiu segurar o tesão e se deixou levar pelo rabinho gostoso do viadinho, resolveu meter a pica nele se deixando mostrar, ele leva uma bronca do patrão mas ambos partem juntos para a entrega da encomenda.

Rodrigo é abandonado em uma estrada deserta, ambos lhe deixam para trás e logo é resgatado por pessoas que passavam pelo local e retorna ao seio da família.

Todos estavam muito assustados com tudo aquilo, pois não queria perder o queridinho da família, o pastorzinho que não era afeminado.

Rodrigo esconde de todos o que realmente aconteceu nos dois dias de sequestro, mas eu sabia de tudo, via que ele havia mudado, tinha poucas esperanças com a igreja, mas a família achava que era o susto, ele saia pouco a noite, mas nos finais de semana dava uma sumida.

Assim era a vida, estavam todos muitos tristes com o fato, mas eu me mantinha normalmente, pois o primo afeminado sempre desprezado por todos estava feliz, tinha em minhas mãos 15 mil reais que havia sido dividido ao meio junto com Breno, o tal negão que me acompanhou neste sequestro maluco.

Sim era eu o tal motorista que sempre estava de rosto coberto, era eu quem mandou sequestrar o viadinho do pastorzinho, era eu quem estava feliz com tudo. Era eu que tinha filmado toda a cena da foda entre nos três.

Continua:::::::

Escritor Danyel

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Comentários

Há 1 comentários.

Por Cley em 2014-03-12 03:37:14
Cara qe demais... Todo homofóbico devia passar por isso!! É só falta de um negão... kkkkk