Sequestro do Prazer - Como Tudo se Inicia.
Parte da série Sequestro do Prazer
Sempre tive uma família de boas condições financeiras, uma família tradicional, mas dominada pelo preconceito e ignorância.
Minha vida era um tédio, tinha medo de tudo, do meu feminismo, do meu corpo e da minha mente. Tudo isto pelo simples fato de ser homossexual e vir de uma família religiosa, rica, poderosa e sem valor humano.
Eu cresci e fui me tornando um monstro, meus sentimentos estava além do meu carro importado, da minha casa bonita, da piscina e das roupas de grife.
Tinha momentos em que me deitava e me perguntava quem era eu, meu nome, meu corpo, minha vida e minha sexualidade omitida para mim mesmo.
Porem eu cresci vendo que Deus não amava o homossexual, eu cresci ensinado pelo meu primo pastor que ser gay era coisa do capeta.
Ele Rodrigo, pastor, 29 anos, um homem que vivia da sua prepotência, da sua religião e de sua ignorância. Se escondia atrás de si mesmo para parecer um homem bom, porem ao chegar em casa se demonstrava um autoritário, arrogante, prepotente e totalmente homofóbico.
Cansei de ouvir dele que todos os “viadinhos” deveriam arder no inferno, e que odiava ter um suposto gay dentro de casa. Todos se calavam e eu me fazia de desentendido, mas sabia que a arrogância dele era com minhas afeminações.
Minha mente estava indo de mal a pior, tinha pouca relação sexual, mesmo cheio de grana e de família tradicional... Amava pouco e me fazia de homem.
Em uma noite de segunda feira Rodrigo ao sair do culto caminhava pela calçada de uma rua escura, andava lentamente com uma bíblia embaixo do braço e cantava louvores a Deus.
Era exatamente às 21 horas e 45 minutos quanto ele era abordado por um carro preto, um homem desce do carro totalmente encapuzado e armado anunciando o sequestro. Muito assustado ele era jogado as presas pelo homem dentro daquele veiculo que logo sumiu na rua escura.
O dia amanhece e Rodrigo estava lá, amarrado em uma cabana longe da cidade, estava jogado em um quarto de concreto, isolado, perdido e sequestrado por nem sabe quem.
O quarto sem pintura e ele um pastor rico, prepotente que descobria que a vida era uma roda e que o perigo estava mais perto do que se pensava.
Neste instante se aproxima um homem negro de corpo musculoso, que abria a porta e mandava ele se levantar, pois estava ao chão com as mãos amarradas e somente de cueca.
O negão de capuz lhe dizia que o resgate estaria sendo combinado e que em breve ele estaria livre, e que se ele gritar ou tentar fugir ele poderia se considerar morto.
A tarde começa a cair, e a rotina do sequestro começa a pesar.
O segundo homem chega, era ele que dirigia o carro na hora e combinava o valor a ser pago, neste momento ele diz que o plano esta a todo vapor e que agora era hora de relaxar.
O dois se levanta e chega ao quarto onde Rodrigo estava e que neste momento continuava amarado só de cueca. Eles totalmente de cara encapuzada estavam prontos para relaxar de uma forma única.
O motorista do carro. Um homem branco de corpo médio mandava o pastor ficar de joelhos
- Vamos pastorzinho, fica de joelhos.
Totalmente indefeso estava de joelhos, de mãos amarradas, sem poder reagir, sem poder mandar, sem poder ofender, pois na sua frente estavam dois homens armados com o poder nas mãos.
De joelhos o negão pega em seu cabelo, dá dois tapas em sua cara ao deleite do motorista do carro que neste momento sorri e diz que a noite estava apenas começando.
O negão então aproveita, tira de dentro de sua calça uma geba enorme, uma pica grossa cheia de veias, novamente pega no cabelo do herdeiro da família e diz:
- È pastor, hoje você será nossa irmãzinha de fé, vai ver com quantos paus de come uma putinha.
Sem demora ele manda o filhinho de papai cair de boca, porem ele rejeita, mas é forçado a mamar ou morrer, pois o motorista estava com o revolver apontado sobre sua cabeça.
Ele abre a boca lentamente e sente o entrar de uma rola preta dentro de sua goela, ele força com nojo, mas não tem como resistir, pois ele era obrigado a mamar bem gostoso, logo atrás estava o jovem motorista que assistia e com uma câmara filmava o acontecimento também de pica dura.
- Vamos pastorzinho, chupa gostoso seu irmão de fé, chupa ate o talo minha rola preta, huumm chupa.
Ele demonstrava em seu olhar um nojo, mas também se deixava levar por sua vida.
Rodrigo que estava com as mãos amarradas para trás via em sua frente dois homens, já totalmente sem roupas e com suas picas grossas.
Ele engastava com a pica do negão, ele sentia o forçar e o entrar em sua boca que neste momento era fudida pela força e pela grossura de uma rola quente e potente.
O jovem motorista também se aproveitava, ajeitou a câmera que filmava em um ponto bom e massageava o rabinho de Rodrigo com suas mãos, ele via a cena e com sua rola branca e gostosa se punhetava e tentava adentrar com seus dedinhos no rabo do pastorzinho sequestrado.
Ambos estavam sentindo o poder da dominação de uma arma, três pessoas, um poder e o sexo forçado.
O negão de corpo másculo e rola grossa gemia ao deleite, sentia a língua e a boca de Rodrigo degustar aquela cobra preta e se sentia as alturas, o prazer e o desejo estavam além das armas.
Neste instante Rodrigo já havia perdido sua cueca, estava como os dois homens encapuzados, ele totalmente nu e agora dominado com uma rola na boca e dois dedos enfiados no seu rabo.
Os dedos eram do motorista que massageava o cuzinho dele e dizia que ele seria a putinha, a pastora que realizaria as suas fantasias mais intimas.
Neste instante sentindo um pouco de dor e sendo fudido pela boca as lagrimas caiam, pois estava com vários dedos forçando a entrada em seu rego antes virgem, ele tentava sair, mas não conseguia, a força e a dominação do negro lhe faziam obedecer e se render às dedadas, ao deleite e ao gozo que neste momento lhe fazia engasgar.
É isto mesmo. Depois de tanto estuprar aquela boquinha quente ele sentia o gozar, o leite quente, o gosto e a porra lhe fazer engasgar, mas era forçado engolir tudinho, sentia o escorrer da sua boca, sentia o gosto de um pau negro, de uma porra de homem. Era um pastor preconceituoso chamado Rodrigo que estava sequestrado e sento estuprado por dois machos que lhe fazia de puta.
Ele estava com medo, mas engolia cada gota, sentia cada gosto e era forçado e lamber o chão, pois havia deixado escorrer e cair um pouco da porra.
- Vamos putinha lambe o chão, aproveite cada gota!
(dizia o negão, forçando sua cabeça ao chão)
Enquanto lambia totalmente de quatro ele sentia o forçar de outra rola, sentia o adentrar da pica branca do motorista e negociador.
Ele pedia, por favor, mas era rendido e apanhava na cara pelo negão que o mandava calar a boca, pois ambos iriam enrabar ele.
Agora deitado no chão e de mãos amarradas para trás o homem de corpo branco, de rola grossa forçava a entrada no seu cuzinho antes abertos por seus quatro dedos.
Rodrigo gritava de dor e era estuprado, ele sentia cada prega sendo arrombada, sentia uma cabeça grossa lhe abrir todinho, gemia de prazer enquanto estava com uma rola enorme dentro de si.
Movimentos bruscos e fortes começavam a estourar e fazer sair sangue de seu rabo, ele estava ao leu do prazer, do sexo. Ele estava deitado, dominado e tendo seu cuzinho aberto pelas mãos do negro e uma pica branca dentro de si.
Ele gemia, sentia cada centímetro e a cada fincada forte que lhe abria, sentia uma mão preta abrir passagem, arregaçar a sua bunda para poder ser estourado pelo motorista que neste instante perecia um animal selvagem fudendo sua preza.
O suor tomava conta de todos naquele momento e o sexo ara momento de ordem, Rodrigo era desamarrado e forçado a ficar de quatro e logo atrás tinha como seu comedor um negão de pica grande e que depois de ter gozado em sua boca estava pronto para meter em seu cuzinho.
O negão posiciona sua pica na entrada e começa a fuder o rabo dele, sua pica começa a fazer fortes movimentos de entra e sai enquanto Rodrigo é obrigado a mamar na rola do jovem motorista, agora ele é fudido pela frente e pela trás, ele estava desgastado, mas resistia às estocadas e engolia a rola que era enfiado em sua boca, ele estava suando forte gemendo de dor e de prazer.
O sexo e a perdição tomavam conta do pastorzinho, ele estava com o cuzinho todo ardido, fudido, aberto e cheio de porra, pois foi assim que ambos fizeram com ele, depois de derramar porra dentro do seu cuzinho o motorista aproveitou e gozou na sua cara.
Mas a noite de Sodoma e Gomorra estava acabando e ele totalmente sujo, ao deleite de si mesmo, fedendo a porra e a sexo se deixava dominar, estava totalmente caído ao chão, com o seu cuzinho todo aberto, sua cara cheia de porra e seu corpo dominado pelo poder sexual. E foi assim que a noite termina, ele Rodrigo o pastor rico, homofóbico havia virado putinha em um sequestro, em uma noite de orgia.
CONTINUA:
Autor: Escritor Danyel
escritordanyel@hotmail.com
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