Dei pra um mendigo

Conto de Luca como (Seguir)

03:50 da manhã do dia 24/04

Querido diário, hoje foi um dia produtivo. Dei pro 167° macho que achei na rua. O de hoje foi um mendigo que vive em um barraco velho em um terreno baldio do lado da faculdade em que estudo.

Já tinha ouvido falar dele há um tempo, que tinha fodido uma vadia da faculdade. Ela mesmo confirmou. Disse que ele tinha uma piroca enorme e que tinha um cheiro muito forte de macho. Fiquei louco de tesão imaginando ela dentro de mim.

As 10h da noite de ontem, quando as aulas terminaram, esperei todos irem embora para não correr o risco de me pegarem indo em direção ao terreno.

As luzes dos postes naquela área estavam fracas e algumas apagadas. Quando cheguei na frente do terreno, tentei enchergar o barraco que estava bem no fundo do terreno. Tava impossível ver se tinha alguém lá.

Caminhei a passos curtos e silenciosos até a porta de madeira improvisada que pendia diante da "entrada". Receoso e com o coração saindo pela boca, bati. "Tenha alguém aí?" falei enquanto observava minhas mãos tremerem.

Sem uma resposta, puxei a porta e ela abriu sem nenhuma resistência. Não tinha nenhuma espécie de fechadura. Sem pensar muito nas consequências e no fato de que estava invadindo a casa/barraco de alguém, dei um passo para dentro.

Puxei meu celular do bolso e liguei a lanterna. "Nada" pensei comigo mesmo. Além de um colchão velho sem nenhuma coberta jogado no canto do barraco, não tinha mais nada ali. "Ele não está mais nesse barraco?" Surrucei.

"Esperava encontrar uma casa mobiliada?" Disse uma voz grossa atrás de mim. Pulei pro outro lado do barraco e direcionei a lanterna para o individuo. Um coroa de mais ou menos 50 anos usando uma bermuda toda surrada e uma camisa jogada sobre os ombros. Sua pele negra e suada brilhava com a luz da lanterna e evidenciava ainda mais uma barriga de quem bebia muita cerveja. Observei os pelos que iam desde dos seus peitos até a barriga e lambi os lábios em aprovação. Quando olhei pro seu rosto e vi aquela barba por fazer, imaginei logo ela roçando no meu cu. Nesse momento meu pau já estava duro na minha cueca. E ele percebeu.

"Não vai falar nada? Seu puto viadinho. Tá com tesão e veio aqui atrás de rola?" Falou enquanto andava em minha direção. De frente pra mim, segurou a mão que eu segurava o celular com a lanterna ligada e me tirou ele, foi em direção a parede de frente ao colchão velho e posicionou a lanterna em direção a ele.

"Senta ali" Mandou. Sentei rapidamente sem pensar muito no fato de que o colchão estava imundo, o tesão já tinha derretido meu cérebro desde do momento em que o vi. Senti o tapa assim que olhei pra cima. "Vai fazer tudo o que eu mandar, seu puto?"

"Sim senhor" Respondi enquanto ele segurava meu rosto com força. "Abra a boca". Obedeci e logo em seguida ele deu uma cuspida generosa ali. Fiquei tão louco de tesão naquele momento, que soltei um gemido de prazer enquanto sentia sua saliva escorrer pelos meus lábios.

Em seguida ele tirou o seu pau, que ainda estava meia bomba, do calção e colocou aquela coisa enorme diante do meu rosto. "Chupa". Segurei, sentindo as veias que começavam a inchar ao toque da minha mão, e puxei o prepúcio pra trás. Um cheiro forte de pau sujo invadiu meu nariz. A cabeça do pau dele estava imunda, cheia de porra velha. Quando tentei recuar minha cabeça pra trás em reflexo, sua mão segurou meus cabelos por trás e empurrou para próximo do seu pau novamente. "Tá fugindo por que? Achava que ia tá limpinho, seu porra? Faz três dias que ele não vê água e sabão. Quem vai limpar ele agora é você"

Segurando o meu queixo e me forçando a abrir a boca, ele empurrou o pau na minha boca. O gosto salgado e ao mesmo tempo azedo me deu nojo nos primeiros segundos, mas depois eu só pensei no quanto aquela situação era absurda e aquele pensamento me deu um tesão surreal. Então fiz o que ele mandou, mesmo quase vomitando, chupei o pau dele até deixá-lo limpinho e duraço. Foi o maior e o pior pau que já chupei na minha vida. Ou seja, o que me deu mais tesão.

Continua...

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